Joomla Templates and Joomla Extensions by JoomlaVision.Com

RESULTADOS DO V ENCONTRO DOS MINISTROS DO AMBIENTE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP)

  Resultados do V Encontro dos Ministros do Ambiente da CPLP, realizado na Ilha do Sal de 2 a 4 de Maio de 2012. Documentos aprovados: 1- Declaração da CPLP à Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável - RIO + 20. 2- Regimento Interno da Reunião dos Ministros…

RESULTADOS DO V ENCONTRO DOS MINISTROS DO AMBIENTE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP) RESULTADOS DO V ENCONTRO DOS MINISTROS DO AMBIENTE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP)

CONCURSO: RECRUTAMENTO DE EQUIPA DE CONSULTORES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA RECRUTAMENTO DE EQUIPA DE CONSULTORES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL 1 – Enquadramento Cabo Verde, um país insular e arquipelágico de origem vulcânica, apresenta um sistema ambiental com elevado grau de fragilidade e vulnerabilidade face às ocorrências de fenómenos naturais extremos.…

CONCURSO: RECRUTAMENTO DE EQUIPA DE CONSULTORES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL CONCURSO: RECRUTAMENTO DE EQUIPA DE CONSULTORES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

RESULTADOS DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA "CABO VERDE: PAISAGEM, FAUNA E FLORA"

Segue a lista com o nome do autor e o título das 20 fotografias selecionadas pelo júri que serão brevemente expostas numa exposição.

RESULTADOS DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA RESULTADOS DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA

CONCURSO - Programa das Pequenas Subvenções do Fundo Mundial do Ambiente às ONGs (GEF SGP)

  O Programa das Pequenas Subvenções do Fundo Mundial do Ambiente às ONGs (GEF SGP) informa que decorre de 1 a 30 de Abril a fase de apresentação de Fichas de Projecto no domínio das áreas focais do GEF e das áreas temáticas do programa nacional.

CONCURSO - Programa das Pequenas Subvenções do Fundo Mundial do Ambiente às ONGs (GEF SGP) CONCURSO - Programa das Pequenas Subvenções do Fundo Mundial do Ambiente às ONGs (GEF SGP)
florestas2011
Home Notícias em blogue Brava: Agricultores recusam trabalhar em terrenos de terceiros sem contrato de garantias

Main Menu

Joomla Templates and Joomla Extensions by JoomlaVision.Com

Área reservada

Brava: Agricultores recusam trabalhar em terrenos de terceiros sem contrato de garantias

PDFImprimerEnvoyer

Cidade de Nova Sintra, 06 Abr (Inforpress) – Trabalhar terrenos dos emigrantes sem contratos de arrendamento é neste momento um dos maiores problemas que se coloca à agricultura na ilha da Brava, de acordo com o delegado do Ministério do Desenvolvimento Rural (MDR), Lenine Carvalho. Segundo Lenine Carvalho, tem acontecido que emigrantes ou mesmo pessoas que vivem na ilha, facultam os seus terrenos a terceiros, normalmente improdutivos, mas, a partir do momento que comecem a ser rentáveis com o trabalho introduzido pelos agricultores, os proprietários aparecem exigindo de volta as terras, deixando a nu os trabalhadores.

“Muitas vezes esses agricultores são contemplados com a nossa ajuda na implementação do sistema gota a gota e com reservatórios, depois chegam os donos das propriedades e, ao constatarem que os terrenos estão a dar frutos, voltam a apossar dos terrenos”, frisou Lenine Carvalho.

O delegado do MDR, disse ainda, que devido a estas situações tem vindo a sensibilizar os agricultores de forma a aceitarem trabalhar um terreno apenas se for previamente assinado um contrato com o dono a estipular algumas condições.

Henrique Gonçalves é um desses agricultores que diz ter perdido todo o seu trabalho por duas vezes, já que, depois de investir muito dinheiro e tempo na reparação dos terrenos para cultivar, os seus respectivos donos exigiram os mesmos de volta.

“Entregaram-me dois terrenos para trabalhar e ambos os proprietários, quando viram os terrenos a dar fruto, retiraram-mas da minha mão, deixando-me com os prejuízos”, disse esse agricultor, apontando que um deles passou a exigir 3mil escudos/mês por um terreno, quando os terrenos eram alugados anteriormente por 300 escudos ano.

Para esse agricultor, neste momento trabalhar os terrenos dos outros mesmo com contrato, não vale a pena, porque, conforme disse, se fizer um contrato de dois anos num terreno, este tempo apenas serve para o recuperar e quando chegar a hora de “colher o que plantou” quem vai sair beneficiado é o proprietário e o agricultor fica com  o prejuízo.

José Pires, outro agricultor da ilha, afirmou à Inforpress que esse tipo de situação é  recorrente na ilha Brava, “porque quando os campos estão bravos, ninguém os dá importância e assim que são tratados, todo o mundo os quer de volta”, frisou.

De acordo com José Pires, essa situação faz com que muitos terrenos pertencentes a  pessoas que vivem fora da ilha fiquem por cultivar, prejudicando enormemente o desenvolvimento da agricultura na Brava.

Fonte: Inforpress