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No fim de 2001 e inicio de 2002, o SEPA (actualmente DGA) contratou um especialista local juntamente com um consultor do CSE, para criar um catálogo dos dados existentes sobre a desertificação e a seca em Cabo Verde e elaborar uma pagina web. Em paralelo, dados saídos dos diferentes organismos produtores participantes no SIA foram centralizados e reorganizadas no SEPA tendo em vista a criação de um protótipo de Sistema de Informação Geográfica em Cabo Verde, composto de dados homogéneos, embora provenientes de vários produtores.
O Segundo Atelier Nacional relativo ao SIA decorreu de 6 a 8 de Fevereiro de 2002, e teve com objectivo redinamizar o processo, com uma abordagem lógica para o SIA. A produção e o tratamento dos dados, o quadro institucional e o reforço das capacidades.
Neste atelier, foram trabalhados vários cenários, sobre os temas "harmonização e padronização de dados, processos de produção e aspectos institucionais e organizacionais". Foi obtido um consenso sobre a arquitectura do SIA, sobre o papel de cada actor do sistema, bem como sobre uma carta de entendimento, cuja versão provisória foi redigida. Esta carta nunca chegou a ser retificada. Os aspectos técnicos foram pouco explorados.
Em Maio de 2002, dois consultores do CSE vieram a Cabo Verde com o objectivo de formar em SIG diversos quadros das diferentes instituições intervenientes no SIA: Estes inventariaram e harmonizaram determinados dados geograficos relativos à lha de Santiago para finalizar o protótipo.
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